Em resumo: Em 2026, a Galeria Almeida & Dale planeja ao menos 4 exposições individuais e uma coletiva temática sobre arte moderna brasileira. A programação ainda não foi totalmente divulgada, mas há confirmação de mostras de artistas como Tomie Ohtake e Alfredo Volpi no primeiro semestre. A galeria também participa da SP-Arte em abril.
Exposições Confirmadas para o Primeiro Semestre de 2026
Até o momento, a galeria anunciou duas exposições individuais para o início de 2026. Em fevereiro, abre a mostra "Volpi: Geometria e Cor", com cerca de 20 obras do período construtivo do artista, incluindo pinturas raramente exibidas. Em abril, durante a SP-Arte, acontece "Tomie Ohtake: A Matéria do Gesto", com foco em pinturas dos anos 1960 e 1970. Ambas as exposições ocupam o espaço da Rua Fradique Coutinho, 1360.
O Que Esperar da Programação do Segundo Semestre
Para o segundo semestre de 2026, a galeria planeja uma coletiva intitulada "Concretos e Neoconcretos", reunindo obras de Lygia Clark, Hélio Oiticica e Mira Schendel, além de uma exposição individual de um artista contemporâneo ainda não revelado. A data de abertura deve ser agosto. A curadoria será da equipe interna da Almeida & Dale, sem curador convidado. A expectativa é que a coletiva ocupe os dois endereços da galeria simultaneamente.
Como Acompanhar as Novidades e Garantir Convites
A galeria divulga a programação com cerca de 2 meses de antecedência no site oficial e nas redes sociais. Para receber o release por e-mail, é necessário se cadastrar na newsletter — o link está no rodapé do site. Os vernissages (aberturas) são por convite, mas é possível solicitar acesso enviando um e-mail para a galeria com nome completo e interesse na exposição. Em geral, a lista de convidados é liberada uma semana antes da abertura.
Galeria Almeida & Dale na SP-Arte 2026
Como expositora tradicional da SP-Arte, a Almeida & Dale participa da edição de 2026, que ocorre de 2 a 6 de abril no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera. O estande da galeria costuma ocupar uma área de aproximadamente 80 m² e apresenta um recorte do acervo, com peças que variam de R$ 5 mil a R$ 500 mil. Em 2026, o foco será em obras de Volpi, Ohtake e Di Cavalcanti. Para visitar o estande, basta comprar o ingresso da feira (entre R$ 50 e R$ 120) e se dirigir ao setor de galerias históricas.
Exposições Futuras: Vale a Pena Planejar a Visita?
Para colecionadores e pesquisadores, sim — as exposições de 2026 trazem obras que raramente saem de coleções particulares. Para o público geral, a visita é gratuita e oferece um panorama consistente da arte moderna brasileira. O ponto negativo é a falta de mostras de artistas vivos ou contemporâneos experimentais, o que pode desinteressar quem busca linguagens mais recentes. A dica é combinar a visita com a programação da Galeria Bergamin (que costuma ter artistas emergentes) na mesma rua.